Home Palmitos é referência no acolhimento de crianças e adolescentes em vulnerabilidade social

Palmitos é referência no acolhimento de crianças e adolescentes em vulnerabilidade social

PALMITOS – A Secretaria Municipal de Assistência Social de Palmitos executa o Serviço de ProteçÃo Social Especial de Alta Complexidade na modalidade de Acolhimento Familiar para crianças e adolescentes. Até o momento, a equipe técnica é composta pela psicóloga Rivânia Cássia C. L. Ribeiro.
No acolhimento familiar as famílias acolhedoras nÃo se comprometem a assumir a criança como filho. SÃo, na verdade, parceiras do sistema de atendimento e auxiliam na preparaçÃo para o retorno à família biológica ou na sua impossibilidade para a adoçÃo. Especificamente das famílias acolhedoras, Palmitos é referência na regiÃo há 15 anos.
De acordo com Rivânia, as famílias que se predispõe a acolher crianças ou adolescentes em situaçÃo de risco recebem todo o acompanhamento dos profissionais do setor, com orientaçÃo e capacitações frequentes. Em contrapartida, as famílias dÃo acolhida, amparo, aceitaçÃo, amor e o direito à convivência familiar e comunitária.
Os usuários do serviço sÃo crianças e adolescentes, inclusive aqueles com deficiência, aos quais foi aplicada medida de proteçÃo, por motivo de abandono ou violaçÃo de direitos, cujas famílias ou responsáveis encontrem-se temporariamente impossibilitados de cumprir sua funçÃo de cuidado e proteçÃo.
Rivânia avalia que ao necessitar do afastamento da família de origem por medida protetiva a criança terá no Acolhimento Familiar um atendimento mais humanizado no qual podem crescer e se desenvolver com mais saúde por este ser um ambiente de convívio familiar. “Essas famílias sÃo como um braço da Assistência Social”, afirma.
Para capacitar ainda mais essas famílias, a secretaria criou o projeto “Acolhendo quem acolhe”, que sÃo workshops mensais com os membros familiares, com objetivo de fortalecer os vínculos e possibilitar momentos de distraçÃo e esclarecimento. Há em Palmitos nove famílias acolhedoras.
Segundo a psicóloga, ser família acolhedora é um ato de amor, pois é um trabalho que requer disponibilidade para acompanhar crianças e adolescentes que venham a ter seus direitos violados e se encontrem em situaçÃo de risco. “É um ato de doaçÃo dessas pessoas, que refletirá no futuro dessas crianças”, comenta.
As famílias do município que desejam serem famílias acolhedoras podem buscar mais informações junto a Secretaria Municipal de Assistência Social.

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