O grupo Diretas Sempre, de Luiz Antonio Lopes e Vitorio Piffero foi o maior vencedor nas eleições para o Conselho Deliberativo do Inter, realizada neste sábado. A Chapa 2 conseguiu 34% dos votos, conquistando 64 das 150 cadeiras renovadas.
A chapa 1, apoiadora de Giovanni Luigi, renovou 38 conselheiros,e ficou com a terceira maior votação, atrás do grupo Convergência Colorada, grupo que mais comemorou o resultado da eleição, e que arrebatou 48 cadeiras.
– Hoje, o Convergência é o maior movimento do clube. Estamos extremamente satisfeitos, honrados. Somamos 81 conselheiros – comemora João Patrício Herrmann.
Já as chapas 4, 5 e 6, não alcançaram a cláusula de barreira de 15%. Dessa forma, não colocaram cadeiras no Conselho Deliberativo.
Em 8 de novembro, o presidente Giovanni Luigi foi reeleito para o biênio 2013/2014, com 166 votos (47,98%). Nenhum outro candidato ultrapassou a cláusula de barreira de 25% dos votos e o pleito acabou decidido em primeiro turno. Luiz Antonio Lopes teve 80 votos (23,12%) e Sandro Farias, 64 (18,35%).
A ausência de segundo turno para as eleições presidenciais foi o principal argumento dos grupos opositores para atrair o voto do associado.
– Queremos diminuir a cláusula de barreira. O sócio tem o direito de votar para presidente – comentou Lopes, logo após o resultado. – Essa vitória tem um significado importante. Nos leva a crer que se tivéssemos ultrapassado a cláusula de barreira nas eleições para presidente, seríamos vencedores no pátio.
Foram 6.782 votos (67%) pela internet e outros presenciais nas urnas do Gigantinho. No total, 11.741 associados participaram da eleição.
– O movimento foi abaixo do esperado. Por momentos, teve mais gente das chapas do que votantes no pátio do Beira-Rio. Mas vale ressaltar que o clima foi amistoso o tempo todo – comentou Nilton Júnior, um dos idealizadores da Chapa 5, o Movimento Vermelho.
Passadas as eleições, o clube passa a se focar somente na projeção para a temporada 2013. Na próxima semana, o clube fará a transição formal para os novos dirigentes.
– A resposta que o clube precisa dar é dentro de campo. Assim que tiver uma equipe com bravura e vitórias, a coisa fica mais tranquila. Estamos apostando em uma comissão técnica de Seleção – frisou Marcelo Medeiros.
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