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Foiatto destaca investimentos do município em contrapartidas

Última atualização 29 de novembro de 2013 - 15:00:04

GUARUJÁ DO SUL

A prefeitura de Guarujá do Sul iniciou no mês passado um processo de contenção de gastos após receber um alerta do Tribunal de Contas, o que a maioria dos municípios da região também recebeu. O alerta levou a um corte de despesas, como explica o prefeito José Carlos Foiatto. “Por isso fomos obrigados a tomar algumas atitudes urgentes, entre elas a rescisão amigável de alguns contratos terceirizados, que são importantes, mas que precisam ser cancelados em virtude da situação de alerta vivida pelo município”, disse.

Segundo Foiatto, a administração iniciou a gestão em primeiro de janeiro praticamente sem saldo financeiro em caixa. Além disso, houve o agravante de outras despesas urgentes, como manutenção e reforma de máquinas, equipamentos e veículos para dar condições aos departamentos trabalharem. Outro investimento apontado pelo prefeito foi a valorização dos funcionários públicos, que receberam revisão geral anual de 10% em abril

O prefeito destacou ainda o grande número de contrapartidas efetuadas somente neste ano para projetos novos e outros já em andamento. Ao todo, foram R$ 895 mil reais que saíram dos cofres do município na forma de contrapartida, sendo R$ 31,3 mil para asfaltamento no bairro Sulina, R$ 142 mil para reforma do ginásio municipal, R$ 45,6 mil para aquisição de equipamentos agrícolas, R$ 41,5 mil para calçamento, R$ 166 mil para escavadeira hidráulica, R$ 29,6 mil para pavilhões industriais, além de R$ 280 mil a serem pagos da dívida com o Badesc, até dezembro.

O prefeito destaca que o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) cresceu em média 7,5% no mesmo período de 2012, enquanto o ICMS cresceu 5,4%, no entanto, isso não acompanhou as despesas que a administração teve que efetuar. O prefeito lembrou ainda que a administração vem trabalho com seriedade.

Conforme Foiatto, até agora a administração arrecadou em 2013 R$ 166 mil com o pagamento de horas máquinas, sendo que a última gestão arrecadou somente R$ 27.350 em quatro anos. “Foram muitos empenhos, contrapartidas e despesas que a administração precisou fazer, por isso agora é preciso controlar os gastos para fechamento das contas”, finaliza.

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