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Família de Caibi pede ajuda por meio de vakinha

Foto: Reprodução Arquivo Pessoal – A um ano a criança tomou soda cáustica acidentalmente

A família do pequeno Nicolas da Cunha, de 6 anos, hoje mora
no interior de Caibi, na Linha Fátima, vive da agricultura e passa por uma fase
difícil com o filho. Isso acontece por que há um ano o menino, acidentalmente,
tomou soda cáustica pensando ser suco, causando queimaduras em seu esôfago e
estômago.

Na época a família morava no município de Serra Alta, a
jarra com o produto estava em um lugar alto, mas Nicolas achou que era suco,
subiu em um móvel e tomou apenas um gole. Ao perceber, os pais logo o levaram a
Unidade de Saúde e Nicolas foi transferido para Chapecó onde ficou por 10 dias
na UTI intubado e em coma induzido, ao todo foram 36 dias de internação. Nesse
período, Nicolas teve febre bactéria e passou por algumas complicações, apesar
de tudo ele é forte e se recuperou, mas os danos no sistema digestivo foram
irreversíveis.

Nicolas se alimenta somente por meio de uma sonda chamada
jejunostomia, que consiste em procedimento que insere uma sonda flexível de
alimentação, por cirurgia ou endoscopia, diretamente no intestino delgado por
meio de pequena abertura no abdômen.

Nicolas hoje faz acompanhamento em Florianópolis com
cirurgião pediatra, fisioterapeuta, gastroenterologista, fonoaudióloga,
psicóloga, nutróloga, nutricionista e pediatra, o que contribui com muitas
despesas da família. Inclusive, nesta semana está internado no Hospital Joana
de Gusmão, em Florianópolis para ganhar peso e exames de rotina.

Segundo a mãe, Tatiane, existe um método que pode fazer
Nicolas voltar a se alimentar como antes, que consiste na retirada de parte do
intestino para a reconstrução do esôfago e do estômago, e apesar de ser um
procedimento muito arriscado e delicado, pode fazer o menino voltar a ter uma
vida normal.

Caso seja possível a reconstrução está prevista para
acontecer no mês de março, ela será feita fora do Estado de Santa Catarina, e
para ajudar nas despesas, tanto das viagens a Florianópolis, quando fora do
Estado, a família optou por pedir ajuda à comunidade por meio de uma vakinha,
que pode ser acessada por meio do link https://www.vakinha.com.br/3379790 ou
ainda fazer sua contribuição pelo PIX 03218489008, em nome da mãe de Nicolas,
Tatiane Farias da Cunha.

“Somos uma família unida, meu esposo Gildo Luquini, segue
trabalhando em Caibi, com avicultura e cuidando dos nossos outros dois filhos
pequenos, Enzo de 8 anos e a Mônica de 2 anos. Por isso nesse momento, toda a
ajuda é bem-vinda”.

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