Lideranças do Executivo, Legislativo, Defesa Civil e representantes do comércio e do setor agrícola do município estiveram reunidos nesta semana para avaliar a possibilidade de decretação de situação de emergência decorrente da estiagem no território de Cunha Porã.
Ainda nesta semana, profissionais da Epagri, Sindicato dos Trabalhadores Rurais e secretarias de Agricultura, Infraestrutura e Assistência Social fizeram um levantamento de dados que contribuíram na tomada de decisão.
Conforme explica o coordenador Municipal da Defesa Civil, Sedenir César Kipper, para decretação de situação de emergência são necessários atender alguns critérios, como: dano humano – a falta de água para consumo das pessoas; as perdas na agricultura; e os gastos do município em decorrência da estiagem.
Em complementação, o coordenador Regional da Defesa Civil, Henrique Cocco, enfatiza que para o Estado homologar o decreto de situação de emergência, o principal critério avaliado é com relação ao dano humano. Ou seja, é preciso comprovar que as pessoas não conseguem mais subsistir sem a água advinda por meios próprios.
Após este levantamento, e ainda na tarde desta quinta-feira (29), membros que integram a Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil (Compdec) definiram pela decretação de situação de emergência em estiagem. A partir de agora, o município tem 20 dias para reunir dados e encaminhar ao Estado que fará sua avaliação de homologação, ou não, do pedido.
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