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Governo de SC orienta produtores e reforça monitoramento nas estradas após foco da Doença de Newcastle no Oeste

Última atualização 21 de outubro de 2026 - 14:15:25

O Governo de Santa Catarina, por meio da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), intensificou as ações de controle e vigilância sanitária após a identificação de um caso da Doença de Newcastle em uma propriedade rural que cria perus no município de Nova Itaberaba, no Oeste catarinense.

As equipes atuam diretamente na propriedade afetada e em um raio de 10 quilômetros ao redor do foco, com medidas para evitar a disseminação da doença e proteger a produção avícola do estado.

A propriedade permanece interditada, com acesso restrito exclusivamente às equipes autorizadas da Cidasc e do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

A medida integra os protocolos sanitários estabelecidos para o controle da doença.

Desde domingo, profissionais da Cidasc já estão no local prestando orientações ao produtor rural e à empresa envolvida, além de acompanhar a execução das medidas necessárias para a contenção do foco.

Na próxima etapa, será realizada a depopulação sanitária das aves, seguindo as técnicas previstas na legislação.

O trabalho também inclui o descarte adequado de equipamentos e materiais que tiveram contato com os animais, além da limpeza e desinfecção da propriedade.

Paralelamente, outra equipe atua na vigilância das propriedades localizadas no entorno.

A operação prevê visitas a aproximadamente 1.600 propriedades rurais da região, incluindo estabelecimentos com criação de aves e perus.

Em pouco mais de 130 dessas propriedades, poderá ser necessária a coleta de amostras de sangue das aves para análises laboratoriais, conforme os critérios de vigilância sanitária.

“Nossa equipe da Cidasc detectou a doença durante o nosso trabalho de rotina feito periodicamente junto às granjas em todo o estado. O foco agora é o controle e o monitoramento das demais propriedades que possuem aves, além das nossas barreiras sanitárias na região. Outro ponto importante é que o consumidor fique tranquilo, pois não houve qualquer tipo de problema. E observe os selos de inspeção municipal, estadual e federal, pois são eles que dão a garantia de que o produto está saudável. A Cidasc está cuidando desde a produção até o consumidor final, então a população pode consumir essa proteína sem qualquer problema”, destacou a presidente da Cidasc, Celles Regina de Matos.

O monitoramento também foi reforçado nas estradas da região.

Por meio do programa Olho Bom, 40 caminhonetes estão mobilizadas para a vigilância do trânsito de veículos e de cargas no raio de 10 quilômetros do foco.

A operação conta ainda com barreiras sanitárias para fiscalizar a movimentação e reduzir os riscos de propagação da doença.

Fonte: Secom/SC

Foto: Divulgação/Cidasc

As equipes atuam diretamente na propriedade afetada e em um raio de 10 quilômetros ao redor do foco

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